"Mais Você" cresce com "BBB18"

Olá, internautas

Ana Maria Braga vive uma boa fase na TV Globo. A apresentadora atualmente recebe os recém-eliminados do “BBB18” no “Mais Você”. E o programa cresce ao tornar-se o primeiro espaço para os novos ex-BBBs.

Ana não passa a “mão na cabeça” dos convidados e também não aposta em um comportamento mais rude. Nesta temporada, o reality contou com participantes amplamente rejeitados pelo público. A jornalista acerta o tom ao receber a turma despejada da casa mais vigiada do Brasil.  

Ao contrário de Tiago Leifert que só falta “lamber as botas” dos eliminados. Nesta semana, por exemplo, o apresentador ressaltou que Breno era um dos mais queridos do público, mesmo com a taxa de 88% de reprovação. A experiência de la Braga sobressai.

“Mais Você” traz o frescor matinal para a TV. Há quase 20 anos no ar, a atração vai ao ar de uma forma redonda. É convidativo para o telespectador. Ao longo desse período, a atração não se desgastou no vídeo.

Na Record, “A Fazenda” alavanca o “Hoje em Dia”. Na Globo, “Mais Você” ampliou sua audiência tradicional com o “BBB18”.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 22h20
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Concessão da Record por Collor chama atenção em "Nada a Perder"

Olá, internautas

Neste sábado (14/04), fui ao Shopping Higienópolis e assisti “Nada a Perder”. O filme, dirigido por Alexandre Avancini, conta a trajetória do bispo evangélico e empresário Edir Macedo, desde a adolescência ao momento de sua prisão no início dos anos 90.

O longa vangloria a “luta” de Macedo, interpretado por Petronio Gontijo. Alguns fatos chamam a atenção do telespectador. R.R. Soares, interpretado por André Gonçalves, saiu com a imagem queimada na estruturação do roteiro. No filme, Romildo (esse é o nome do líder da Igreja Internacional da Graça de Deus) menosprezava os anseios religiosos do cunhado.

Outro ponto que se destaca é a concessão da Record. No enredo do filme, o líder da Igreja Universal do Reino de Deus sofria ataques de “poderosos” que vinham do Poder Judiciário, políticos de Brasília e da Igreja Católica. Ou seria a Igreja da Sagrada Luz de “Apocalipse”?

Após as cutucadas explícitas com a doutrina católica, um espectador resolveu sair da sala. Ficou visivelmente incomodado, o que ocorreu com parte do público da novela da Record.  Aliás, apenas 12 pessoas estavam na minha sessão.

De acordo com o filme, Macedo obteve a concessão graças a Fernando Collor de Mello que resolveu se vingar da TV Globo que teria promovido campanha a favor do impeachment contra o então presidente.

Dentro da proposta apresentada, “Nada a Perder” é um filme bem estruturado. Não passa a impressão de ter mais de duas horas de duração. Possui bom ritmo e envolve o espectador. Por outro lado, em nenhum momento, aparecem cenas das ofertas do dízimo por parte dos fiéis da Universal. É um filme que serve para enaltecer a imagem de Edir Macedo e não o questionar.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 22h56
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"Superpoderosas" estreia com ar de Clube da Luluzinha moderna

Olá, internautas

Nesta semana, a Band estreou “Superpoderosas”. A nova atração matinal comandada por Natália Leite patina nos índices de audiência. Oscila entre 0,2 a 0,4 ponto de média.

A emissora da família Saad resolveu, neste ano, apostar em programas voltados ao universo feminino. Foi assim com o “Melhor da Tarde” de Catia Fonseca e Cozinha do Bork. As três novas apostas do canal não surtiram o efeito desejado.

A Band ainda possui, no imaginário do telespectador, um DNA mais masculino. O canal do esporte ainda permanece. Por isso mesmo, a emissora tenta diversificar a grade, mas enfrenta resistências do próprio público.

“Superpoderosas” é um programa extremamente segmentado. É um feminino com pretensão de dialogar com a mulher moderna. Mas fica uma pergunta: será que esta mulher moderna se encontra à frente da TV às 10 da manhã ou vive a sua labuta diária?

“Superpoderosas” é focado no universo feminino. O homem não se vê envolvido com as pautas todas voltadas à “mulher moderna”. Isso, por exemplo, não ocorre com o “Mulheres”, o mais tradicional do segmento, e outros correlatos.

Natalia comanda debates com atrizes, como Helena Ranaldi, apresenta reportagens, longas e sem ritmo, sobre as profissionais que se destacam no mercado de trabalho, recebe cantoras do “feminejo”, tira dúvidas de mulheres que querem mudar de vida e assim por diante.

“Superpoderosas” é um programa monocromático. O ar “Clube da Luluzinha moderna” impregnou. Uma edição diária na TV aberta precisa abraçar a diversidade.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 22h51
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Queda na audiência chama atenção em "Dancing Brasil 3"

Olá, internautas

Nesta quarta-feira (11/04), a terceira temporada do “Dancing Brasil” chegou ao fim com a vitória apertadíssima de Geovanna Tominaga com 34,82% da votação do público. Logo atrás, a Miss Brasil Raissa Santana ficou com 32,67% dos votos. Já a atriz Barbara Borges conquistou 32,27%. Muito disputado.

Infelizmente, Xuxa Meneghel não destacou tal característica no anúncio da vencedora. Sem nenhuma criação de expectativa, a apresentadora disparou de supetão o resultado final. Ficou sem o clima de emoção que deveria ter marcado o momento.

Nesta terceira temporada, um fato curioso chamou a atenção. O talent show da Record TV perdeu audiência no decorrer dos episódios. Estreou com 8 pontos de média, patamar anteriormente conquistado por Gugu na faixa horária. Ao longo da disputa, perdeu fôlego e chegou a bater recorde negativo com minguados 4 pontos de média em plena reta final.

Com a troca de dia de exibição, a expectativa era que a atração engrenasse no IBOPE. E isso não foi percebido. Desde os tempos de Globo nas últimas décadas, Xuxa não se destacava nos índices de audiência.

Porém, ela, mesmo com a sua possível taxa de rejeição, não pode ser responsabilizada sozinha pelo fenômeno. “Dancing Brasil” é um dos melhores momentos da carreira artística da apresentadora. E Xuxa apenas “pincela” a disputa.

Os jurados Jaime Arôxa, Fernanda Chamma e Paulo Goulart Filho funcionam na bancada. Eles, de fato, julgam os concorrentes. O problema não é ali. Nesta temporada, Leandro Lima substituiu Sergio Marone. Mesmo sem a fama do moreno, “Lelê” cumpriu sua missão. Adotou um estilo diferente do antecessor: mais solto com o mantra “gostei de tudo”.  Não comprometeu.

O elenco desta temporada apresentou bons nomes. Os vencedores de A Fazenda, Barbara Evans e Douglas Sampaio, derraparam na pista e na preferência popular. Nenhuma surpresa especificamente com o “vencedor” da oitava temporada do reality rural. Já Eduardo Pelizzari, que obteve uma das piores participações em todas as nove edições da Fazenda, também não conquistou o apoio popular.

Geovanna Tominaga, de fato, foi a estrela com melhor desempenho em toda a disputa. Finalmente, o coreógrafo Teo conquistou a consagração merecida, após dois vice-campeonatos. E Paulo Victor, por muito pouco, quase, mais uma vez, alavancou sua parceira de dança rumo ao título. Raíssa apostou na garra e emoção ao contrário de Tominaga que teve a técnica como premissa em suas apresentações. 

A fidelidade do telespectador com o Dança dos Famosos pode ser levantada como uma das razões pelo insucesso do “Dancing Brasil” no IBOPE. Mesmo com uma estrutura bem mais modesta, o quadro do Domingão do Faustão já vive o clima de expectativa para a 15ª edição.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 17h09
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RedeTV! esconde bom programa na madrugada

Olá, internautas

O domingo transformou-se no melhor dia para a RedeTV!. A emissora colhe bons índices de audiência, dentro do padrão do canal, desde os tempos de Pânico. Agora, a turma do “Encrenca” detém o bastão.

O efeito cascata funciona sem a interferência das faixas alugadas para as igrejas evangélicas que tomaram a programação. A turma de Tatola, Dennys, Ricardinho e Ângelo entrega bons números para o “João Kleber Show” que garante razoáveis índices na média.

Em seguida, surge a reprise de “O Céu É o Limite”, de Marcelo de Carvalho. O programa vai ao ar em uma versão compacta. Também fica em um bom patamar no IBOPE.

Porém, o maior prejudicado da grade dominical recai no interessante “Bola na Rede”. É um programa histórico da emissora. Estreou justamente na fundação da RedeTV! em 1999. Juca Kfouri comandou o esportivo na ocasião.

Hoje, “Bola na Rede” é liderado pelos experientes jornalistas Fernando Fontana e Juarez Soares. Eles resumem os principais acontecimentos do futebol brasileiro do domingo. Juarez emite sua opinião. Fernando comanda o bate-papo. A conversa flui de uma forma agradável.

O esportivo vai ao ar na faixa das 2 da manhã. Pouquíssimos telespectadores estão sintonizados na madrugada. Vai ao ar em um horário muito pouco acessível para a grande maioria. O mesmo ocorre com o “È Notícia”, de Amanda Klein, que entra à 1 da manhã, de segunda para terça-feira. Uma pena.   

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 21h19
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Prisão do Lula movimenta TV brasileira

Olá, internautas

Um fato histórico agita a programação da TV brasileira. Nesta quinta-feira (05/04), foi decretada a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Renata Vasconcellos marcou o momento com o Plantão da Globo. A jornalista é uma das mais competentes do Brasil e tornou-se um pilar de credibilidade na emissora.

Nesta sexta-feira (06/04), a RedeTV! alterou a programação para encaixar um especial sobre a prisão do líder petista. Amanda Klein, outra jornalista que passa credibilidade no vídeo, liderou o programa que trouxe repórteres que detalharam as manifestações pró e contra o ex-presidente em todo o Brasil, além de link direto do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em São Bernardo do Campo.

Na Record News, Heródoto Barbeiro apresentou uma versão estendida do “JR News” nesta quinta-feira (05/04). O jornalista entrevistou o professor de Direito Penal da Universidade Mackenzie, Marco Aurélio Florêncio Filho. O apresentador, a todo instante, tentava popularizar ao “juridiquês” entoado pelo entrevistado.

Entrevistas com docentes de Direito tomaram conta dos noticiários. O objetivo é desvendar o processo jurídico que afeta o presidente Lula, principalmente sobre a prisão após condenação em segunda instância.

Na Band, José Luiz Datena fez um esforço para comandar o “Brasil Urgente” nesta sexta (06/04). Mesmo com sérios problemas de saúde (duas costelas fraturadas após um desmaio), o apresentador fez questão de comandar o noticiário que cobre, corriqueiramente, o noticiário da Lava Jato. O imbróglio que envolve Lula é um dos capítulos mais importantes dessa “novela da vida real”.

E o jornalista da Band queria cobrir o ato derradeiro que estava marcado até 17 horas. Depois, ele se afastou da atração e passou o bastão para o seu filho Joel. Catia Fonseca com o seu “Melhor da Tarde” também abordou o assunto com o apresentador do Café com Jornal, Luiz Megale. Já o “Jornal da Noite”, de Fabio Pannunzio, contou com uma mesa redonda ao estilo Canal Livre, liderada por Fernando Mitre.

Até aqui, a cobertura dos telejornais ocorre sem grandes sobressaltos. Os noticiários das diferentes emissoras reconhecem a importância do momento que agita a política brasileira.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 21h28
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Kaysar se transforma em novo Alemão com torcida de Sonia Abrão no A Tarde É Sua

Olá, internautas

A bem-sucedida décima oitava edição do “BBB” ganhou amplo espaço no “A Tarde É Sua” neste ano. Sonia Abrão encontrou no reality a sua arma para derrotar Catia Fonseca na guerra vespertina de audiência.

A apresentadora, que chegou a desprezar algumas edições recentes do BBB, explora à exaustão o programa liderado por Tiago Leifert durante grande parte do programa da RedeTV!. Logo na abertura com o seu “Primeira Página”, Sonia começa a alardear sua torcida efusiva para o sírio Kaysar.   

E igual em outras ocasiões, a jornalista valoriza mais a história do refugiado aqui fora e não se atém às jogadas que mancharam recentemente a imagem do “brother”. No mais recente paredão, o confinado preferiu jogar a Família Lima, com o seu “idolatrado” Ayrton, ao invés de Viegas que, claramente, combina votos desde a estreia do jogo e possui expressiva taxa de rejeição entre os telespectadores.

Sonia transformou Kaysar em seu novo “Alemão”. No “BBB7”, a apresentadora torcia ardorosamente para o paulista. E o mesmo ocorre agora no “BBB18”. Nesta quarta-feira (04/04), Sonia bufou contra Ayrton e Ana Clara que teriam “metralhado” Kaysar ao vivo. “Eu quero que a Família Lima se exploda”, disparou.

Adjetivos pejorativos também recaíram nos rejeitados Diego, Patrícia, Ana Paula, Wagner, entre outros. “Caruso é um troglodita”, sentenciou a apresentadora. “Wagner é aquela ameba mau caráter”, bradou.

De acordo com Sonia, Kaysar é muito ingênuo e caiu na conversa dos outros confinados. Ele não teria maldade no coração. Só é “influenciado”. O colunista Vladimir Alves até comentou um boato que “ronda o Projac”. Sonia Abrão seria tia do Kaysar? Risadas ecoaram no estúdio.

As histórias de vida de Kaysar e Gleici chamam realmente a atenção. Porém, o telespectador deve analisar o que acontece lá dentro na “casa mais vigiada do Brasil”. E Sonia deveria olhar com mais atenção as jogadas, no mínimo, “estranhas” do “papagaio”.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 18h44
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Huck segue rastro de Silvio Santos com The Wall

Olá, internautas

A TV Globo estreou o quadro "The Wall" dentro do "Caldeirão do Huck". A nova aposta de Luciano Huck lembra o "Jogo das Fichas", só que com uma versão bem mais "vitaminada".

Na atração de Silvio Santos, as perguntas beiram o "besteirol". "Qual destes locais é conhecido como o paraíso do surfe mundial? Havaí ou Psicinão de Ramos?". O esquema do jogo também é bem simples. O participante rodas os piões, obtém-se o valor da rodada, sobe a escada e joga, lá de cima, as fichas que correm pelo painel.

Na atração de Huck, a embalagem de modernidade emoldura o velho e conhecido quadro de perguntas e respostas. A coloração da bola que é jogada, automaticamente, modifica no decorrer do jogo. Pode ser verde, branca e vermelha. O ar high tech embeleza o palco. Em um primeiro momento, há duas alternativas para a escolha dos convidados. Em seguida, três. E, no fim, quatro opções. As questões apresentam um certo nível de complexidade. "Em qual ano foi criado o Estado de Israel?", indagou Huck. É mais um interessante quadro do programa de sábado da TV Globo.

Huck segue o rastro de Silvio Santos. No ano passado, o apresentador estreou "Quem Quer Ser um Milionário?", velha atração conhecida dos brasileiros como "Show do Milhão". O telespectador comparou o desempenho de SS e do atual contratado da TV Globo à frente da atração. O paulistano ficou "pequeno" diante do "mestre". E, agora, Huck comanda outra atração semelhante do dono do SBT.

Neste caso, "Jogo das Fichas" aparece como versão genérica do "The Wall".

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 23h48
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"Senhor dos Céus" estreia em ritmo de tiro, porrada e bomba na Band

Olá, internautas

Nesta quinta-feira (29/03), a Band estreou “Senhor dos Céus”. A emissora inovou ao trazer para a TV aberta as novelas turcas que garantem um bom patamar nos índices de audiência. Agora, o canal aposta em uma produção da Telemundo que ainda não ganhou destaque na programação televisiva brasileira.

“Senhor dos Céus” vai ao ar em dia e horário interessantes. Quinta-feira, às 22h30. É uma opção ao telespectador. A supersérie retrata a história de Aurelio Cassilas (Rafael Amaya), personagem baseado na história verdadeira do maior traficante de drogas mexicano, Amado Carrillo Fuentes.

Neste primeiro capítulo, imperou o clima “tiro, porrada e bomba”. Corpos estendidos no chão. Sangue. Fuzis. Tiroteio para todos os lados. É uma supersérie marcada pela ação. Toques de sensualidade também apimentam a obra.  

“Senhor dos Céus” retrata o avanço do narcotráfico na América. É um negócio transnacional que mexe, na supersérie, com Colômbia, México e Estados Unidos. A corrupção nos órgãos governamentais também entra no roteiro. Pablo Escobar surgiu neste primeiro episódio.  

Por outro lado, há um fato que chamou a atenção. Nesta estreia, Aurelio Cassilas apareceu como “mocinho” do enredo. O telespectador foi guiado a ficar ao lado do traficante. Ele conseguiu escapar da polícia e da gangue rival em meio aos tiros. Há um perigo de glamurizar o crime organizado.  É necessário acompanhar o desenrolar de “Senhor dos Céus” para uma análise mais justa em relação a esse tópico.

Após o encerramento da série, o “Jornal da Noite” exibiu uma reportagem interessante. O verdadeiro “Senhor dos Céus”, que morreu em uma mesa de cirurgia (ele passava por cirurgias plásticas para mudar a feição do rosto), teve um filho brasileiro com uma paranaense. O mega traficante comprou uma fazenda de 14 milhões de reais para deixar de herança para o pimpolho, mas o juiz Sergio Moro descobriu a falcatrua e impediu a operação.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 16h04
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Band cria novo tapa-buraco na programação

Olá, internautas

Nesta segunda-feira (26/03), sem muito alarde, a Band estreou “Vídeo News”, sob comando de Larissa Erthal e Rafael Baronesi. A nova atração é mais um tapa-buraco na grade de programação.

O programa vai ao ar após o encerramento das pregações de RR Soares. Os apresentadores exibem uma série de matérias que destacam o mundo das celebridades e momentos da programação da Band.

Nesta terça (26/03), por exemplo, serviu como um esquenta para a entrada do “MasterChef”. A atração escalou diversos trechos do talent show culinário. Basicamente, o “Vídeo News” serve para a Band aguardar o encerramento da novela das nove da TV Globo, “O Outro Lado do Paraíso”.

Após o final do capítulo, Larissa e Baronesi imediatamente saem do ar e chamam a atração que surge na faixa das 22h30. Artifício muito utilizado por diferentes emissoras.

“Vídeo News”, gravado nos estúdios do Rio de Janeiro, segue o rastro do “Tudo a Ver” (não a versão original de Paulo Henrique Amorim), da Record TV. É um liquidificador que mistura tudo e despeja no colo do telespectador.

Enquanto isso, RR Soares continua a comandar uma faixa importante no horário nobre.

Fabio Maksymczuk   



Escrito por Fabio Maksymczuk às 23h22
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Tiago Leifert se intromete no jogo do "BBB18"

Olá, internautas

O “BBB18” permanece com boa repercussão junto ao público. Porém, um fato chama a atenção do telespectador. Tiago Leifert, que sucedeu a Pedro Bial no comando do “Big Brother Brasil no ano passado, começa a “colocar as manguinhas de fora”.  

O apresentador rasgou elogios para Diego, um dos vilões da décima oitava edição do “BBB”. Leifert ressaltou que o paraense é um dos mais exímios jogadores de toda a história do reality. Como assim?

Na realidade, Diego foi um dos piores jogadores desta temporada. Chamou Gleici para o confronto, mesmo com a informação da menor rejeição da acreana no último paredão. Trocou os pés pelas mãos. Leifert tentou induzir o telespectador a acreditar em uma inverdade.

O jornalista passa sua opinião como se fosse uma verdade absoluta. Ele se intromete no jogo quase diariamente. Confunde os brothers e sisters na casa mais vigiada do Brasil. Inverte as posições. Pressiona Gleici. Passa a mão em Diego. Idem com Patrícia, uma das mais rejeitadas da história do “BBB”.

Joga o temor de ser “planta” para os confinados. Aliás, é o vocábulo que marca o “BBB18”. Na Fazenda 9, foi “VTzeiro”. Leifert induz barracos para os competidores “sobressaírem” no jogo. O importante é receber placas no jogo da discórdia, ressaltou em seus ensinamentos.

Leifert interfere demais no jogo. O reality escapa do caminho natural com a postura do apresentador guiado pela direção.   

Em uma edição marcada por competidores altamente rejeitados, Leifert também entra nesse grupo.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 18h06
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Estreia picotada compromete "Orgulho e Paixão"

Olá, internautas

Nesta terça-feira (20/03), a TV Globo estreou “Orgulho e Paixão”, novela de Marcos Bernstein com direção artística de Fred Mayrink. O telespectador de “Tempo de Amar” estranhou, logo de cara, o ritmo mais frenético da nova aposta da emissora platinada.

O andamento é acelerado. Praticamente, não ocorreu apresentação das personagens. A história principal, protagonizada por Elisabeta (Nathalia Dill) e Darcy (Thiago Lacerda), dividiu espaço com um sem número de histórias paralelas lideradas pelas outras quatro irmãs, pais de Elisabeta, núcleo de Ema Cavalcante, as vilãs Julieta e Susana, entre outros personagens que lutam para garantir seu espaço na trama.

O inchaço prejudica o melhor desenvolvimento de todas as histórias. Tudo é picotado para ceder algumas cenas para as dezenas de atores e atrizes. Um lutará contra o outro para garantir seu nicho durante o desenrolar da história.

O elenco masculino é recheado de galãs “estrelares”. Thiago Lacerda lidera a trupe formada por Mauricio Destri, Murilo Rosa, Malvino Salvador, Marcos Pitombo, entre outros que sequer entraram nestes capítulos iniciais.

Por outro lado, o elenco feminino, liderado por Nathalia Dill, conta com atrizes que ainda buscam se firmar na teledramaturgia, como Bruna Griphão, Anaju Dorigon, Pâmela Tomé e até Chandelly Braz. Agatha Moreira, que vive Ema, melhor amiga de Elisabeta, foi a atriz que mais se destacou positivamente na nova produção. Não traz vestígios de outros recentes trabalhos.

Vera Holtz, que vive Ofelia, parece que aproveita a oportunidade para soltar o seu sotaque interiorano paulista reprimido em recentes trabalhos. Aparece fora do tom e não “orrrrrna” com o restante do elenco.  

Gabriela Duarte vive um desafio em sua carreira. Interpreta uma “vilã seca” que foge de sua trajetória artística. A atriz é sempre bem-vinda na tela da TV Globo. O telespectador sente saudade da campineira.    

O filtro da imagem foge da escuridão que caracteriza as novelas atuais da Globo. Agradáveis tons pastéis marcam a produção. Ponto positivo.

“Orgulho e Paixão” aposta em um enredo clássico, já visto dezenas de vezes pelo telespectador. Nestes primeiros capítulos, não ocorreu uma melhor ligação entre os personagens. Cada irmã (e são cinco somente aí) é um novelo. Porém, ficou embolado neste início. A história ficou confusa e solta entre os diferentes núcleos. Ajustes serão necessários para o melhor desenvolvimento do folhetim.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 20h47
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"Tempo de Amar" vive dilema de "América"

Olá, internautas

Nesta segunda-feira (19/03), a TV Globo exibiu o último capítulo de “tempo de Amar”. A novela de Alcides Nogueira, em parceria com Bia Côrrea do Lago, não sustentou os índices herdados da antecessora “Novo Mundo”, mas se manteve em um bom patamar no IBOPE dentro do atual momento da TV brasileira. Girou ao redor dos 23 pontos de média.

Bruno Ferrari foi o maior destaque da trama. O ator, egresso de bons trabalhos na Record TV, roubou a cena ao viver o doce e romântico Vicente. Com a sua interpretação, o ator seduziu grande parte dos telespectadores que torceu pelo final feliz do personagem ao lado de Maria Vitória, vivida pela estreante Vitória Strada.

Vicente solapou Inácio, protagonista inicial da história, interpretado por Bruno Cabrerizo, outra aposta da direção artística de Jayme Monjardim. Aliás, a marca do diretor explodiu na tela com a sempre bela fotografia, iluminação e produção requintada nos cenários e figurinos.

“Tempo de Amar” foi uma novela bonita visualmente para se acompanhar. Um deslumbre que marcou até o último capítulo. O ritmo cadenciado da trama contrapôs ao andamento frenético que caracteriza as novelas contemporâneas. Há fatias consideráveis de telespectadores que preferem acompanhar o folhetim em um ritmo mais contemplativo. A faixa das seis deve acolher esse público.

Com o apoio maciço do telespectador, ocorreu uma subversão do enredo original. Maria Vitória chegou ao fim ao lado de Vicente. Inácio ficou solto na história. Terminou com o bandolim, bradaram as redes sociais, especialmente o Twitter.

O mesmo dilema apareceu em “América” na década passada. Sol (Deborah Secco) chegou ao final feliz com Ed (Caco Ciocler) e não com Tião (Murilo Benício), como indicava o roteiro original.  

“Tempo de Amar” já passou o bastão para “Orgulho e Paixão”, novela da nossa próxima análise neste espaço.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 20h26
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"Fábrica de Casamentos" corrige tom em estreia da segunda temporada

Olá, internautas

Neste sábado (17/03), o SBT estreou a segunda temporada do “Fábrica de Casamentos”. Chris Flores e Carlos Bertolazzi continuam a comandar o reality show ao lado de Beca Milano, Lucas Anderi, Elisa Tavares e Robson Jassa. Sem explicações ao telespectador, o chef Hugo Grassi foi excluído da trupe.

Neste primeiro programa da nova leva de episódios, “Fábrica de Casamentos” corrigiu o tom fake que impregnou a primeira temporada. No ano passado, a equipe esforçava-se com “caras e bocas” para criar um clima de “missão impossível” após o anúncio dos desejos dos noivos. Isso já foi eliminado nesta estreia da segunda temporada. Ótimo.

O programa sempre cresce com a cerimônia do casamento e a festa. E isso ocorreu na festividade de Halime e Jonas. A produção caprichou. Os noivos pediram que o bolo simbolizasse a pulsão da vida. Jonas quase morreu após um acidente com moto. Beca, mais uma vez, arrasou ao criar o efeito especial no bolo. Diversos corações jorravam  pelo salão.

Porém, um fato desnecessário surgiu no final da comemoração. O reality resolveu presentar o noivo com uma moto. Um verdadeiro presente de grego. Ele quase morreu justamente por esse veículo extremanente perigoso em nossa estradas.

"Fábrica de Casamentos" aparece como uma boa opção ao telespectador na noite do sábado. E é um formato nacional, o que é louvável diante dos formatos importados que entopem a nossa programação.

Fabio Maksymczuk 



Escrito por Fabio Maksymczuk às 23h54
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Cabrini e Meirelles se digladiam na noite de segunda

Olá, internautas

O SBT remexeu, há algumas semanas, a grade de programação. A emissora transferiu o “Conexão Repórter” das noites dos domingos para as segundas-feiras. O jornalístico de Roberto Cabrini tapou o buraco deixado pela extinção do “Máquina da Fama”, de Patrícia Abravanel.

Porém, a atração formava uma boa dobradinha com o “Programa Silvio Santos”. Era uma interessante opção ao telespectador que se divertia com o patrão e, em seguida, ficava informado com as ótimas reportagens do jornalista. Agora, a faixa é ocupada por reprises do “Quem Não Viu, Vai Ver”. Atrações do fundo do baú do SBT são despoeiradas.

A mudança criou um efeito colateral no telespectador. A Record TV resgatou o excelente “Repórter Record Investigação” que jamais deveria ter sido rifado da programação. Domingos Meirelles ocupou as noites das segundas-feiras com a mudança de Xuxa para as quartas-feiras.

Cabrini e Meirelles se digladiam pela vice-liderança. Nesta semana, Cabrini iniciou a temporada 2018 com as reportagens inéditas. O jornalista entrevistou a chamada “prefeita ostentação” Lidiane Leite que negou as acusações de desvio de dinheiro público.

No concorrente, Meirelles entrevistou, na última semana, o maníaco de Goiânia, Tiago Henrique Gomes da Rocha, acusado de ter matado 39 pessoas.

Agora, “Conexão Repórter” e “Repórter Record Investigação” vão ao ar simultaneamente. O telespectador precisa escolher apenas um jornalístico. Uma pena.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 22h21
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Sobre o autor
Fabio Maksymczuk de A. Brito é jornalista formado pela Universidade Mackenzie e Relações Públicas pela USP. Desde 2004, Fabio escreve sobre a TV brasileira no FABIOTV que atualmente integra o Blogs Legais do UOL. O jornalista é membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) e colunista do Portal Imprensa.

Sobre o blog
O blog FABIOTV tem por objetivo discutir a programação da TV brasileira. Novelas, realities, programas de auditório, jornalísticos, esportivos e as últimas novidades da mídia eletrônica ganham destaque.

 
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