"Onde Nascem os Fortes" trilha caminho de "Amores Roubados"

Olá, internautas

Nesta segunda-feira (23/04), a TV Globo estreou a supersérie “Onde Nascem os Fortes”, de George Moura e Sergio Goldenberg com direção artística de José Luiz Villamarim. A nova aposta da emissora platinada tem o sertão nordestino como pano de funcho.

O ambiente seco e árido já ganhou amplo destaque nas locações neste primeiro capítulo. Isso sempre é interessante, já que a atual produção foge do eixo Rio-São Paulo que impregna as produções do canal.

Por outro lado, “Onde Nascem os Fortes” relembra o sucesso “Amores Roubados”, exibido há alguns anos pela TV Globo. E isso não é mera coincidência. A equipe técnica é a mesmíssima. A minissérie contou com a direção de Villamarim e texto de George Moura com colaboração de Sergio Goldenberg.

O desafio agora é manter viva a atenção do telespectador durante mais de 50 capítulos. Em “Amores Roubados”, foram 10. Nesta semana, a supersérie será exibida após Mister Brau e Carceireiros. Mesmo assim, enfrentará diretamente “Power Couple Brasil”, reality da Record com pegada popular. Disputa interessante.   

Nesta estreia, mais uma vez, Gabriel Leone chamou a atenção. O ator emenda uma novela à outra, desde Verdades Secretas. Já passou por Velho Chico e Os Dias Eram Assim sempre com brilhantismo. O jovem imprime características próprias a cada personagem. Leone interpreta Hermano que enfrentará batalhas para chegar ao final feliz com Maria (Alice Wegmann).

Neste primeiro capítulo, “Onde Nascem os Fortes” veio mais próximo de uma série do que novela. A conferir.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 20h53
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Ar modorrento compromete estreia do "Agora É com Datena"

Olá, internautas

Neste domingo (22/04), a Band estreou “Agora É com Datena”. A nova aposta da emissora da família Saad entra na guerra dominical com seis horas de duração. Começa às 15 horas e vai até 21 horas.

Neste primeiro programa, ficou visível a falta de conteúdo para tantas horas no ar. O apresentador apostou em intermináveis números musicais. O ar modorrento imperou. Tudo muito devagar e sem grandes atrativos.

Amado Batista, Bruno e Marrone, Zezé di Camargo e Matogrosso e Mathias soltaram a voz para ocupar grande parte das seis horas de duração. A entrevista do pré-candidato a presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, foi ao ar de forma picotada. Basicamente, Datena já tinha exibido quase todo o bate-papo no “Brasil Urgente”. Poderia ter sido o ponto alto da estreia. Não foi.

Datena também exibiu uma reportagem sobre os venezuelanos que atravessam a fronteira e buscam uma vida mais digna em Roraima. O momento jornalístico ficou perdido com os extensos musicais.

O único momento que passou algum investimento no dominical surgiu com o game “A Fuga”. Porém, foi ao ar no confronto com o mestre Silvio Santos que exibia, naquele momento, o Jogo das Fichas. Missão ingrata.

Datena é um exímio comunicador. O jornalista já demonstrou versatilidade em “No Vermelho”, dominical exibido pela Record na década passada, e também no mais recente “Quem Fica em Pé?, pela própria Band. Apesar disso, a emissora deveria reavaliar a duração do novo programa. Seis horas é contraproducente. Investir em diferentes quadros para passar um ar mais ágil ao telespectador é tarefa urgente. 

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 23h54
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"BBB18" entra na galeria dos melhores na história do reality

Olá, internautas

Nesta quinta-feira (19/04), Gleici Damasceno consagrou-se a grande vencedora do “BBB18” com 57,28% dos votos. Já o oponente Kaysar obteve 39,33% da votação. Família Lima ficou em terceiro lugar com 3,39%. A grande final do reality alcançou 33 pontos de média, melhor performance no IBOPE das últimas oito edições.

A temporada da “maioridade” entrou para a galeria das melhores dentro da história do reality (a melhor disparada desta década). O elenco funcionou. A história girou. Emocionou. Envolveu o telespectador. Por incrível que pareça, muitos selecionados demonstraram que não acompanharam a atração em anos anteriores.

Uma das regras mais preciosas do “BBB” é evitar a combinação de votos direcionados para uma pessoa. A trupe de Diego, Patricia, Ana Paula, Wagner, Caruso e Viegas abusou de tal artifício e, evidentemente, saiu com a imagem completamente arranhada. “BBB” não é “A Fazenda”. No reality da Record, há formação de grupos e lá tal expediente é mais que permitido. Diego não foi inteligente no jogo, como bradou, aos quatro ventos, Tiago Leifert.

O apresentador interferiu demais no jogo. Tentou “limpar” a imagem de muitos “brothers”, inclusive Breno. Totalmente desnecessário. A “geladeira” de Sonia Abrão foi merecida no “A Tarde É Sua”.

A criatividade transbordou no último capítulo do reality. As paródias do Brasil Urgente, TV Fama, Casos de Família, Você na TV e até o Teste de Fidelidade coroaram o conteúdo criado pela equipe de produção. O grupo de WhatsApp foi outro achado. Ótimos momentos. E o que falar do desabafo de Leifert com Sonia Abrão? Hilário. Hoje (20/04), a apresentadora da RedeTV! tirou Tiago da geladeira. E o jornalista comemorou nos Stories do Instagram!  


Na grande final, votei na Família Lima. Ana Clara foi a participante que me interessou acompanhar no jogo. A sua batalha na última prova de resistência, com 43 horas de duração, e o abraço emocionado do pai Ayrton é um dos momentos antológicos da história do reality. Infelizmente, o “papito” irritou com suas atitudes. Mesmo assim, votei na Família. A história do “BBB18” sempre girou ao redor desse núcleo familiar, desde o primeiro capítulo.

Kaysar foi o jogador mais carismático da temporada. Isso é inegável. Porém, errou feio no jogo ao aliar-se à “vilã” Patricia, Diego, Viegas e, posteriormente, com Jessica que já tinha manchado sua imagem ao “ficar” com o comprometido Lucas (outro rejeitado pelo público). Aliás, o “BBB18” ficará marcado por participantes com expressivas taxas de rejeição. A “bruxinha” Ana Paula, que prometia ser uma participante interessante, foi uma das maiores decepções.

Falando em Jessica, como em qualquer novela de grande sucesso, a catarinense soltou um bordão que caiu no gosto popular: “levanta a cabeça princesa, senão a coroa cai”. Já a “sensata” (como quiseram passar na edição) Paula liderou o movimento de valorizar o brasileiro em detrimento ao estrangeiro. Kaysar não merecia o prêmio de 1 milhão e 500 mil reais justamente por ele ser um estrangeiro. Tristíssimo comentário que, infelizmente, ganhou eco em parte do público. Tempos sinistros.  


Gleici ganhou mais pela sua história de vida. A batalha de uma “invisível” do Acre. O grande momento da acreana no jogo foi seu retorno do paredão falso. Outra cena que entrou para a galeria das melhores dentro da história do BBB. Porém, ficou nisso. A edição cruza com o “BBB6” que consagrou Mara, outra mulher que batalhava por uma vida melhor.

Outro ponto importante a ser destacado é o engajamento político de muitos confinados. Viegas proferiu um discurso emocionante em sua despedida. “Eu venho de um lugar onde as pessoas não sonham mais, onde não acreditam na vida. Eu consegui chegar aqui sem roubar, mostrando que a Cohab Juscelino vive, tem gente de bem. Estamos cansados de ser arrastados todo dia que nem a Cláudia, mortos que nem o João Vitor, esquecidos como o Amarildo e presos como Rafael Braga. Mesmo gritando todo dia 'Fora Temer', todos os dias a galera faz isso com a gente. Vim aqui pra provar que a periferia vive”, ressaltou. Logo na primeira eliminação, a cientista política Mara também soltou “Fora, Temer”. E Gleici disparou “Lula, Livre” em sua despedida do confinamento.

“BBB18” deixará saudades. O reality resgatou suas raízes. O jogo foi jogado sem apelação para a sexualidade que marcou as recentes e tristes edições do BBB.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 18h34
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"Mais Você" cresce com "BBB18"

Olá, internautas

Ana Maria Braga vive uma boa fase na TV Globo. A apresentadora atualmente recebe os recém-eliminados do “BBB18” no “Mais Você”. E o programa cresce ao tornar-se o primeiro espaço para os novos ex-BBBs.

Ana não passa a “mão na cabeça” dos convidados e também não aposta em um comportamento mais rude. Nesta temporada, o reality contou com participantes amplamente rejeitados pelo público. A jornalista acerta o tom ao receber a turma despejada da casa mais vigiada do Brasil.  

Ao contrário de Tiago Leifert que só falta “lamber as botas” dos eliminados. Nesta semana, por exemplo, o apresentador ressaltou que Breno era um dos mais queridos do público, mesmo com a taxa de 88% de reprovação. A experiência de la Braga sobressai.

“Mais Você” traz o frescor matinal para a TV. Há quase 20 anos no ar, a atração vai ao ar de uma forma redonda. É convidativo para o telespectador. Ao longo desse período, a atração não se desgastou no vídeo.

Na Record, “A Fazenda” alavanca o “Hoje em Dia”. Na Globo, “Mais Você” ampliou sua audiência tradicional com o “BBB18”.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 22h20
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Concessão da Record por Collor chama atenção em "Nada a Perder"

Olá, internautas

Neste sábado (14/04), fui ao Shopping Higienópolis e assisti “Nada a Perder”. O filme, dirigido por Alexandre Avancini, conta a trajetória do bispo evangélico e empresário Edir Macedo, desde a adolescência ao momento de sua prisão no início dos anos 90.

O longa vangloria a “luta” de Macedo, interpretado por Petronio Gontijo. Alguns fatos chamam a atenção do telespectador. R.R. Soares, interpretado por André Gonçalves, saiu com a imagem queimada na estruturação do roteiro. No filme, Romildo (esse é o nome do líder da Igreja Internacional da Graça de Deus) menosprezava os anseios religiosos do cunhado.

Outro ponto que se destaca é a concessão da Record. No enredo do filme, o líder da Igreja Universal do Reino de Deus sofria ataques de “poderosos” que vinham do Poder Judiciário, políticos de Brasília e da Igreja Católica. Ou seria a Igreja da Sagrada Luz de “Apocalipse”?

Após as cutucadas explícitas com a doutrina católica, um espectador resolveu sair da sala. Ficou visivelmente incomodado, o que ocorreu com parte do público da novela da Record.  Aliás, apenas 12 pessoas estavam na minha sessão.

De acordo com o filme, Macedo obteve a concessão graças a Fernando Collor de Mello que resolveu se vingar da TV Globo que teria promovido campanha a favor do impeachment contra o então presidente.

Dentro da proposta apresentada, “Nada a Perder” é um filme bem estruturado. Não passa a impressão de ter mais de duas horas de duração. Possui bom ritmo e envolve o espectador. Por outro lado, em nenhum momento, aparecem cenas das ofertas do dízimo por parte dos fiéis da Universal. É um filme que serve para enaltecer a imagem de Edir Macedo e não o questionar.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 22h56
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"Superpoderosas" estreia com ar de Clube da Luluzinha moderna

Olá, internautas

Nesta semana, a Band estreou “Superpoderosas”. A nova atração matinal comandada por Natália Leite patina nos índices de audiência. Oscila entre 0,2 a 0,4 ponto de média.

A emissora da família Saad resolveu, neste ano, apostar em programas voltados ao universo feminino. Foi assim com o “Melhor da Tarde” de Catia Fonseca e Cozinha do Bork. As três novas apostas do canal não surtiram o efeito desejado.

A Band ainda possui, no imaginário do telespectador, um DNA mais masculino. O canal do esporte ainda permanece. Por isso mesmo, a emissora tenta diversificar a grade, mas enfrenta resistências do próprio público.

“Superpoderosas” é um programa extremamente segmentado. É um feminino com pretensão de dialogar com a mulher moderna. Mas fica uma pergunta: será que esta mulher moderna se encontra à frente da TV às 10 da manhã ou vive a sua labuta diária?

“Superpoderosas” é focado no universo feminino. O homem não se vê envolvido com as pautas todas voltadas à “mulher moderna”. Isso, por exemplo, não ocorre com o “Mulheres”, o mais tradicional do segmento, e outros correlatos.

Natalia comanda debates com atrizes, como Helena Ranaldi, apresenta reportagens, longas e sem ritmo, sobre as profissionais que se destacam no mercado de trabalho, recebe cantoras do “feminejo”, tira dúvidas de mulheres que querem mudar de vida e assim por diante.

“Superpoderosas” é um programa monocromático. O ar “Clube da Luluzinha moderna” impregnou. Uma edição diária na TV aberta precisa abraçar a diversidade.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 22h51
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Queda na audiência chama atenção em "Dancing Brasil 3"

Olá, internautas

Nesta quarta-feira (11/04), a terceira temporada do “Dancing Brasil” chegou ao fim com a vitória apertadíssima de Geovanna Tominaga com 34,82% da votação do público. Logo atrás, a Miss Brasil Raissa Santana ficou com 32,67% dos votos. Já a atriz Barbara Borges conquistou 32,27%. Muito disputado.

Infelizmente, Xuxa Meneghel não destacou tal característica no anúncio da vencedora. Sem nenhuma criação de expectativa, a apresentadora disparou de supetão o resultado final. Ficou sem o clima de emoção que deveria ter marcado o momento.

Nesta terceira temporada, um fato curioso chamou a atenção. O talent show da Record TV perdeu audiência no decorrer dos episódios. Estreou com 8 pontos de média, patamar anteriormente conquistado por Gugu na faixa horária. Ao longo da disputa, perdeu fôlego e chegou a bater recorde negativo com minguados 4 pontos de média em plena reta final.

Com a troca de dia de exibição, a expectativa era que a atração engrenasse no IBOPE. E isso não foi percebido. Desde os tempos de Globo nas últimas décadas, Xuxa não se destacava nos índices de audiência.

Porém, ela, mesmo com a sua possível taxa de rejeição, não pode ser responsabilizada sozinha pelo fenômeno. “Dancing Brasil” é um dos melhores momentos da carreira artística da apresentadora. E Xuxa apenas “pincela” a disputa.

Os jurados Jaime Arôxa, Fernanda Chamma e Paulo Goulart Filho funcionam na bancada. Eles, de fato, julgam os concorrentes. O problema não é ali. Nesta temporada, Leandro Lima substituiu Sergio Marone. Mesmo sem a fama do moreno, “Lelê” cumpriu sua missão. Adotou um estilo diferente do antecessor: mais solto com o mantra “gostei de tudo”.  Não comprometeu.

O elenco desta temporada apresentou bons nomes. Os vencedores de A Fazenda, Barbara Evans e Douglas Sampaio, derraparam na pista e na preferência popular. Nenhuma surpresa especificamente com o “vencedor” da oitava temporada do reality rural. Já Eduardo Pelizzari, que obteve uma das piores participações em todas as nove edições da Fazenda, também não conquistou o apoio popular.

Geovanna Tominaga, de fato, foi a estrela com melhor desempenho em toda a disputa. Finalmente, o coreógrafo Teo conquistou a consagração merecida, após dois vice-campeonatos. E Paulo Victor, por muito pouco, quase, mais uma vez, alavancou sua parceira de dança rumo ao título. Raíssa apostou na garra e emoção ao contrário de Tominaga que teve a técnica como premissa em suas apresentações. 

A fidelidade do telespectador com o Dança dos Famosos pode ser levantada como uma das razões pelo insucesso do “Dancing Brasil” no IBOPE. Mesmo com uma estrutura bem mais modesta, o quadro do Domingão do Faustão já vive o clima de expectativa para a 15ª edição.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 17h09
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RedeTV! esconde bom programa na madrugada

Olá, internautas

O domingo transformou-se no melhor dia para a RedeTV!. A emissora colhe bons índices de audiência, dentro do padrão do canal, desde os tempos de Pânico. Agora, a turma do “Encrenca” detém o bastão.

O efeito cascata funciona sem a interferência das faixas alugadas para as igrejas evangélicas que tomaram a programação. A turma de Tatola, Dennys, Ricardinho e Ângelo entrega bons números para o “João Kleber Show” que garante razoáveis índices na média.

Em seguida, surge a reprise de “O Céu É o Limite”, de Marcelo de Carvalho. O programa vai ao ar em uma versão compacta. Também fica em um bom patamar no IBOPE.

Porém, o maior prejudicado da grade dominical recai no interessante “Bola na Rede”. É um programa histórico da emissora. Estreou justamente na fundação da RedeTV! em 1999. Juca Kfouri comandou o esportivo na ocasião.

Hoje, “Bola na Rede” é liderado pelos experientes jornalistas Fernando Fontana e Juarez Soares. Eles resumem os principais acontecimentos do futebol brasileiro do domingo. Juarez emite sua opinião. Fernando comanda o bate-papo. A conversa flui de uma forma agradável.

O esportivo vai ao ar na faixa das 2 da manhã. Pouquíssimos telespectadores estão sintonizados na madrugada. Vai ao ar em um horário muito pouco acessível para a grande maioria. O mesmo ocorre com o “È Notícia”, de Amanda Klein, que entra à 1 da manhã, de segunda para terça-feira. Uma pena.   

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 21h19
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Prisão do Lula movimenta TV brasileira

Olá, internautas

Um fato histórico agita a programação da TV brasileira. Nesta quinta-feira (05/04), foi decretada a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Renata Vasconcellos marcou o momento com o Plantão da Globo. A jornalista é uma das mais competentes do Brasil e tornou-se um pilar de credibilidade na emissora.

Nesta sexta-feira (06/04), a RedeTV! alterou a programação para encaixar um especial sobre a prisão do líder petista. Amanda Klein, outra jornalista que passa credibilidade no vídeo, liderou o programa que trouxe repórteres que detalharam as manifestações pró e contra o ex-presidente em todo o Brasil, além de link direto do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em São Bernardo do Campo.

Na Record News, Heródoto Barbeiro apresentou uma versão estendida do “JR News” nesta quinta-feira (05/04). O jornalista entrevistou o professor de Direito Penal da Universidade Mackenzie, Marco Aurélio Florêncio Filho. O apresentador, a todo instante, tentava popularizar ao “juridiquês” entoado pelo entrevistado.

Entrevistas com docentes de Direito tomaram conta dos noticiários. O objetivo é desvendar o processo jurídico que afeta o presidente Lula, principalmente sobre a prisão após condenação em segunda instância.

Na Band, José Luiz Datena fez um esforço para comandar o “Brasil Urgente” nesta sexta (06/04). Mesmo com sérios problemas de saúde (duas costelas fraturadas após um desmaio), o apresentador fez questão de comandar o noticiário que cobre, corriqueiramente, o noticiário da Lava Jato. O imbróglio que envolve Lula é um dos capítulos mais importantes dessa “novela da vida real”.

E o jornalista da Band queria cobrir o ato derradeiro que estava marcado até 17 horas. Depois, ele se afastou da atração e passou o bastão para o seu filho Joel. Catia Fonseca com o seu “Melhor da Tarde” também abordou o assunto com o apresentador do Café com Jornal, Luiz Megale. Já o “Jornal da Noite”, de Fabio Pannunzio, contou com uma mesa redonda ao estilo Canal Livre, liderada por Fernando Mitre.

Até aqui, a cobertura dos telejornais ocorre sem grandes sobressaltos. Os noticiários das diferentes emissoras reconhecem a importância do momento que agita a política brasileira.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 21h28
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Kaysar se transforma em novo Alemão com torcida de Sonia Abrão no A Tarde É Sua

Olá, internautas

A bem-sucedida décima oitava edição do “BBB” ganhou amplo espaço no “A Tarde É Sua” neste ano. Sonia Abrão encontrou no reality a sua arma para derrotar Catia Fonseca na guerra vespertina de audiência.

A apresentadora, que chegou a desprezar algumas edições recentes do BBB, explora à exaustão o programa liderado por Tiago Leifert durante grande parte do programa da RedeTV!. Logo na abertura com o seu “Primeira Página”, Sonia começa a alardear sua torcida efusiva para o sírio Kaysar.   

E igual em outras ocasiões, a jornalista valoriza mais a história do refugiado aqui fora e não se atém às jogadas que mancharam recentemente a imagem do “brother”. No mais recente paredão, o confinado preferiu jogar a Família Lima, com o seu “idolatrado” Ayrton, ao invés de Viegas que, claramente, combina votos desde a estreia do jogo e possui expressiva taxa de rejeição entre os telespectadores.

Sonia transformou Kaysar em seu novo “Alemão”. No “BBB7”, a apresentadora torcia ardorosamente para o paulista. E o mesmo ocorre agora no “BBB18”. Nesta quarta-feira (04/04), Sonia bufou contra Ayrton e Ana Clara que teriam “metralhado” Kaysar ao vivo. “Eu quero que a Família Lima se exploda”, disparou.

Adjetivos pejorativos também recaíram nos rejeitados Diego, Patrícia, Ana Paula, Wagner, entre outros. “Caruso é um troglodita”, sentenciou a apresentadora. “Wagner é aquela ameba mau caráter”, bradou.

De acordo com Sonia, Kaysar é muito ingênuo e caiu na conversa dos outros confinados. Ele não teria maldade no coração. Só é “influenciado”. O colunista Vladimir Alves até comentou um boato que “ronda o Projac”. Sonia Abrão seria tia do Kaysar? Risadas ecoaram no estúdio.

As histórias de vida de Kaysar e Gleici chamam realmente a atenção. Porém, o telespectador deve analisar o que acontece lá dentro na “casa mais vigiada do Brasil”. E Sonia deveria olhar com mais atenção as jogadas, no mínimo, “estranhas” do “papagaio”.

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 18h44
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Huck segue rastro de Silvio Santos com The Wall

Olá, internautas

A TV Globo estreou o quadro "The Wall" dentro do "Caldeirão do Huck". A nova aposta de Luciano Huck lembra o "Jogo das Fichas", só que com uma versão bem mais "vitaminada".

Na atração de Silvio Santos, as perguntas beiram o "besteirol". "Qual destes locais é conhecido como o paraíso do surfe mundial? Havaí ou Psicinão de Ramos?". O esquema do jogo também é bem simples. O participante rodas os piões, obtém-se o valor da rodada, sobe a escada e joga, lá de cima, as fichas que correm pelo painel.

Na atração de Huck, a embalagem de modernidade emoldura o velho e conhecido quadro de perguntas e respostas. A coloração da bola que é jogada, automaticamente, modifica no decorrer do jogo. Pode ser verde, branca e vermelha. O ar high tech embeleza o palco. Em um primeiro momento, há duas alternativas para a escolha dos convidados. Em seguida, três. E, no fim, quatro opções. As questões apresentam um certo nível de complexidade. "Em qual ano foi criado o Estado de Israel?", indagou Huck. É mais um interessante quadro do programa de sábado da TV Globo.

Huck segue o rastro de Silvio Santos. No ano passado, o apresentador estreou "Quem Quer Ser um Milionário?", velha atração conhecida dos brasileiros como "Show do Milhão". O telespectador comparou o desempenho de SS e do atual contratado da TV Globo à frente da atração. O paulistano ficou "pequeno" diante do "mestre". E, agora, Huck comanda outra atração semelhante do dono do SBT.

Neste caso, "Jogo das Fichas" aparece como versão genérica do "The Wall".

Fabio Maksymczuk



Escrito por Fabio Maksymczuk às 23h48
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Sobre o autor
Fabio Maksymczuk de A. Brito é jornalista formado pela Universidade Mackenzie e Relações Públicas pela USP. Desde 2004, Fabio escreve sobre a TV brasileira no FABIOTV que atualmente integra o Blogs Legais do UOL. O jornalista é membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) e colunista do Portal Imprensa.

Sobre o blog
O blog FABIOTV tem por objetivo discutir a programação da TV brasileira. Novelas, realities, programas de auditório, jornalísticos, esportivos e as últimas novidades da mídia eletrônica ganham destaque.

 
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